Histórico da Companhia

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O Teatro Popular de Comédia surgiu em 1986 com a idéia de reunir militantes do teatro de Ribeirão Preto remanescentes dos festivais da década de 70, que formavam o grupo Etenojod ( Equipe Teatral Noir, Jorge e Djalma. Desta época destacam-se as montagens das peças " O MARIDO CONFUNDIDO" ( vencedora do primeiro Festival de Teatro de Ribeirão Preto em 1976) e " O ANFITRIÃO" ou "UM REI DORMIU LÁ EM CASA", obras de Moleière. Entre as várias montagens do TPC até o ano de 2000, destacaram-se " O CORONEL DOS CORONÉIS" de Lazar Segal, " REI ARTHUR E OS CAVALEIROS DA TÁVOLA REDONDA" um épico adaptado pelo consagrado Celso Lemos, " O CORCUNDA DE NOTRE DAME" de Victor Hugo ( Adaptação de Noir Jaime Evangelista) e o " AUTO DA COMPADECIDA" de Ariano Suassuna e as peças infantis: " A REVOLTA DOS PERUS" de Carlos Queiros Teles, " VERDUNGA, NA TERRA DO VERDE CINZA" (tema: meio ambiente) e " DEU  A LOUCA NA ESCOLA" (tema: situação do ensino no Brasil), textos de Noir Evangelista e Mauro Longo.

Hoje depois de 20 anos de muito trabalho, o Grupo TPC está consolidado, definido e com produções de espetáculos regulares para Ribeirão Preto e região. Temos um espaço próprio, com o apoio da escola de inglês  CNA, Campos Sales e Boulevard, onde funciona a sede do grupo e aulas de teatro, além de recebermos orientação, nos últimos anos, do Projeto Ademar Guerra da Secretária de Cultura de São Paulo, fato que nos propiciou aprocimar-se e relacionar-se com excelentes professores de teatro, nomes como Lucia Capuani, nossa amiga e orientadora por dois anos e por quem nutrimos uma grande admiração, Bri Fioca, Luiz Carlos Laranjeira, Isadora Ferrite e Toninho do Valle, profissionais que podem atestar a seriedade do nosso trabalho. Desde janeiro de 2011 o TPC possui mais um endereço: rua Lafaiete 825, ampliando seus espaços com mais salas de aulas, para dar mais conforto aos nossos alunos e uma sala especial com capacidade para 60 pessoas onde acontecerão espetáculos regulares.

Haveram montagens memoráveis como " O PEQUENO PRINCIPE", " O APRENDIZ DE FEITICEIRO", "O DOENTE IMAGINÁRIO", " VEM BUSCAR-ME QUE AINDA SOU TEU" entre outras. As peças de repertório atual do TPC, em cartaz, estão relacionadas em nosso site.

Por que é importante fazer teatro?

Tenho ouvido muitos depoimentos de alunos de várias idades, crianças, universitários, profissionais e dos  aposentados.

A Importância em fazer teatro vai desde adequar crianças tímidas ou imperativas, ajudar os jovens a ter um melhor discernimento de qual carreira profissional seguir, ter atitudes, aprender a se posicionar perante a sociedade ou diante de um obstáculo. É uma boa ferramenta  para os profissionais de qualquer área, quebra bloqueios, melhora a comunicação e  o relacionamento profissional dentro de uma empresa, pode ser útil para uma entrevista de emprego, etc. O Pessoal mais maduro, com sua vida profissional já atentada encontra no teatro uma terapia ocupacional ou uma forma de resgatar um sonho antigo que não pôde ser sonhado em outro momento da vida.

Mais do que saber teatro, você deve entender o processo do fazer teatro.

O fazer teatro é extremamente sério, seja com ferramenta, entretenimento ou  profissão.Vejamos:

Sério, por que você vai interagir com os sentimentos mais honestos das pessoas envolvidas.

Sério,  por que um grupo de amadores ou profissionais, amigos ou não, dependem de você para o espetáculo acontecer.

Sério, por que  centenas de pessoas vão estar se mobilizando par te ver.
Sério, por que é uma arte e como toda arte deve ser digna.

Exige paciência determinação responsabilidade.

NOIR

 

Para refletir...

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus. Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar; mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casa chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'. Lembre - se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre - se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre - se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão sempre ao seu lado"

Texto de autoria atribuída a George Carlin.